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domingo, 19 de dezembro de 2010

Alive - Vivo

Vivo P.O.D. 


Cada dia é um novo dia
Eu sou grato por cada vez que respiro
Eu não tomarei isto por gratidão (eu não tomarei isto por gratidão)
Então eu aprendo com os meus erros
Está além do meu controle, às vezes é melhor deixar pra lá
Aconteça o que acontecer nesta vida
Então, eu confio no amor (então eu confio no amor)
Você me deu paz de espírito

Eu me sinto tão vivo pela primeira vez
Eu não posso negar a você
Eu me sinto tão vivo
Eu me sinto tão vivo (tão vivo)
pela primeira vez (pela primeira vez)
Eu acho que posso voar

O brilho do sol no meu rosto (o brilho do sol no meu rosto
Uma nova canção para eu cantar
Diga ao mundo como me sinto por dentro
Embora isto possa me custar tudo
Agora que eu sei disso, então,
Eu não posso acreditar
Eu nunca poderei virar as costas
Agora que te vi (agora que te vi)
Eu nunca poderei desviar o olhar

Eu me sinto tão vivo pela primeira vez
Eu não posso negar a você
Eu me sinto tão vivo
Eu me sinto tão vivo (tão vivo)
pela primeira vez (pela primeira vez)
Eu acho que posso voar

Agora que eu te conheço
Eu nunca poderia me afastar
Agora que eu te vejo
Eu nunca poderia desviar o olhar
Agora que eu te conheço
Eu nunca poderia me afastar
Agora que eu te vejo
Acredito que não importa o que eles dizem

Eu me sinto tão vivo pela primeira vez
Eu não posso negar a você
Eu me sinto tão vivo
Eu me sinto tão vivo (tão vivo)
pela primeira vez (pela primeira vez)
Eu acho que posso voar
Eu me sinto tão vivo (tão vivo)
pela primeira vez (pela primeira vez)
Eu acho que posso voar
Eu me sinto tão vivo (tão vivo)
pela primeira vez
Eu acho que posso voar

sábado, 18 de dezembro de 2010

Não é Sério

Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Também sou rimador, também sou da banca
Aperta muito forte que fica tudo a pampa
Eu to no clima!


Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima

Sabado ! Why so serious?


No final dos tempos, bilhões de pessoas se apresentaram diante do trono de Deus. Muitas retrocederam ante a luz que resplandecia diante delas. Mas alguns grupos que estavam na frente conversavam veemente- mente, não com temor servil, e sim com agressividade: "Deus pode nos julgar?"

"Como Ele pode saber algo a respeito de sofrimento?", questionou uma moça ousada. Ela puxou com rapidez a manga de sua veste para mostrar o número tatuado de um campo de concentração nazista. "Suportamos terror... espancamento... tortura... morte!"

Em outro grupo, um homem curvou o seu pescoço, dizendo: "O que vocês acham disto?", ele perguntou, mostrando uma horrível marca de corda. "Linchado por ser negro e não por cometer algum crime!"

Em outra multidão, uma estudante grávida, com olhos taciturnos, murmurou: "Por que eu tive de sofrer? Não foi minha culpa".

Espalhados ante o trono, havia milhares de grupos como esses. Cada pessoa tinha uma queixa contra Deus, por causa do mal e sofrimento que Ele havia permitido neste mundo. Quão feliz estava Deus em viver no céu, onde tudo era doçura e luz, onde não havia lágrima, nem medo, nem fome, nem ódio! O que Deus sabia a respeito de tudo que os homens tinham sido obrigados a suportar neste mundo? "Deus leva uma vida muito tranqüila", eles diziam.

Cada grupo apresentou o seu líder, escolhido por haver sofrido mais do que os outros do grupo. Um judeu, um negro, alguém de Hiroshima, uma pessoa que fora horrivelmente afligida por artrite e uma criança teratogênica. No centro da aglomeração, eles conversaram entre si.

Por fim, estavam prontos para apresentar o seu caso e o fizeram com muita perspicácia. Antes de se qualificar para ser o juiz deles, Deus tinha de suportar o que eles haviam suportado. Haviam chegado ao veredicto de que Deus fosse condenado a viver na terra - como homem! Deveria nascer como judeu; a legitimidade de seu nascimento teria de ser questionada. Ele deveria realizar uma obra tão difícil, que sua família pensaria estar louco, quando tentasse realizar essa obra. Ele deveria ser traído por seus amigos íntimos; enfrentar falsas acusações, ser julgado por um júri preconceituoso e condenado por um juiz medroso. Deveria ser torturado e, por fim, entender o que significa ser terrivelmente abandonado e deixado solitário. Depois, Ele deveria morrer em agonia, de tal modo que não haveria dúvidas quanto à sua morte. E grande número de testemunhas deveriam comprová-la.

Enquanto cada líder anunciava a parte de sua sentença, um intenso murmúrio de aprovação saía dos lábios das pessoas ali reunidas. Quando o último líder terminou de proferir a sentença, houve um silêncio prolongado. Ninguém proferiu nenhuma palavra. Ninguém se mexeu, pois todos sabiam que Deus já havia cumprido a sua sentença